Já se vão quase três anos e meio de vida acadêmica. Neste pouco tempo de profissão, o qual eu tenho tremenda paixão, adoração e exerço pelo prazer de estabelecer uma troca de aprendizado, experiências e histórias de vida com meus colegas de sala, ora denominados alunos, me pergunto sobre a experiência que presencio neste tempo de labuta: porque quase todos os alunos vão muito bem nas provas de exame?
Pois bem caro leitor, o fato é, que ano após ano, é comum notar na época de correção de provas regulares, que preparo dentro de um nível moderado de complexibilidade, que uma parcela dos alunos não tem o desempenho qual foram exercitados e preparados durante quase um semestre inteiro. É visível que muitos vão para o dia da prova sem ao menos ter consultado os pontos destacados em livros, apostilas e anotações em seus cadernos.
Fica claro que nesta condição desenhada acima, os alunos de posse das disciplinas que estão de em regime de exame, estudam e extrapolam em poucos dias suas cotas de leitura sobre determinados assuntos e matérias, quase que uma decoreba, sem muita compreensão e raciocínio crítico.
Ou seja, mais uma vez ponho-me a pensar sobre o atual sistema de notas implantado nas faculdades e devidamente autorizadas pelo MEC, onde a nota do exame é basicamente a diferença da média obtida de trabalhos e prova regular para completar dez, ou seja, se aluno ficou com média igual a quatro e meio pontos, ele precisará tirar apenas cinco e meio pontos na prova de exame que vale até dez pontos.
Abro aqui uma discussão: será que o sistema de avaliação e notas está muito brando? O que seria mais justo? O atual sistema é produtivo para o desempenho de um semestre inteiro de trabalho? Gostaria de seus comentários.
Após este post, penso em escrever sobre o ensino do 1° e 2° grau e o processo seletivo das faculdades. Tema polêmico!
Falamos!
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